E se parássemos de reclamar?

Reclamar hoje, pra muitas pessoas, é uma coisa que faz parte da rotina. Aposto que você conhece uma pessoa que não tem um dia sequer que não reclame!
Geralmente, eu não gosto de ficar perto desse tipo de pessoa, porque parece que o "reclamão" tem o poder de sugar as boas energias que te rodeiam. Eu sou o tipo de pessoa que acredita nas famosas "good vibes" e que você tem sim que tentar manter esse tipo de energia com você porque, convenhamos, é mais difícil fazer qualquer coisa quando você tá mal.
As redes sociais, embora tenham criado uma obrigação de sempre ser feliz nos seus usuários -  a sempre postarem fotos do dia divertido, da comida saborosa e das suas viagens invejáveis - ela também abre espaço para os reclamões vomitarem suas insatisfações pra pessoas que eles não conhecem e que provavelmente não fariam questão de conhecer.
Essa infelicidade superlativada e cansativa é vista, por um grupo de pessoas, como normal ou cotidiana e imagino, que não passe na cabeça deles que essa corrente de energia negativa faz mal.
Costumamos ironizar nossas insatisfações sobre nós mesmos e sobre as coisas que nos incomodam, talvez por uma fuga que sentimos da necessidade de enfrentar algo que não nos agrada, porém a força de vontade de mudar é menor que o real desagrado.
Por estarmos acostumados a viver num lugar onde o estranho é não reclamar, nos acomodamos a ter sempre uma só visão das coisas. Talvez a segunda-feira não seja tão ruim quanto eu imagine, ou talvez eu goste de estudar e de fazer exercícios físicos, mas como estou tão condicionado a reclamar, eu reclamo.
A vida pode ser vista de tantas formas... uma coisa ruim pode se tornar boa se você muda o ângulo pelo qual enxerga e isso reflete não só no seu dia, mas numa vida inteira.
E talvez seu twitter esteja cheio de reclamações da vida só porque você não tentou olhar por outro ângulo.

Abraços, Luíza ♡


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