Lembro bem que na entrevista ele falava que simplesmente ama as coisas que ele fala, e que você tem que se achar bom mesmo nas coisas que faz, afinal é você que faz essas coisas.
Caso esteja um pouco confuso, vamos colocar um exemplo prático: Eu amo escrever e eu sempre digo que amo escrever e que eu sou apaixonada pelas coisas que escrevo, porque eu tenho certeza que eu faço bem!
E é isso que ele diz na entrevista: você tem que amar o resultado das coisas que você constrói porque você sabe que se dedica a isso.
E me vêm muito à cabeça o autoestima quando penso nessa entrevista.
As pessoas confundem, as vezes, ter o autoestima alto com ser rude. Eu não concordo. Acho que você tem que ter sim o autoestima lá em cima, já que quando você se olha no espelho é a sua imagem que reflete; e quando você olha o resultado de algum projeto seu, é o seu trabalho que é refletido. Ou seja, estamos preenchidos de nós mesmos, parece uma frase boba, mas acho que as pessoas esquecem disso.
Vejo muita gente se autodepreciando e fazendo piadas de mal gosto consigo mesmo, pessoalmente acho muito triste, porque é sim necessário saber rir de si mesmo, mas nos colocar pra baixo nunca é uma opção.
Amar o que faz e ter certeza que faz bem não é só importante, como também necessário. Antes de se preocupar com que os outros vão achar, pense no que você acha, porque quem vai estar sempre com você, é você mesmo.

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